Viva sua Vida

Pontos de interesse nas proximidades

Trás-os-Montes: Um Tour de Descoberta pela Terra Esquecida de Portugal Longe das multidões e dos turistas fica Trás-os-Montes, uma região acidentada e encantadora do nordeste de Portugal. O nome, que significa literalmente “atrás das montanhas”, reflecte a localização isolada e o carácter único desta região. Trás-os-Montes é um país de natureza deslumbrante, tradições profundamente enraizadas e uma história rica que remonta muito antes da época romana. Tesouros históricos de uma terra antiga A história de Trás-os-Montes é rica e complexa, com vestígios de habitação humana que remontam aos tempos pré-históricos. Monumentos megalíticos, como as antas e menires espalhados pela região, testemunham uma antiguidade remota. Um dos locais históricos mais notáveis de Trás-os-Montes é a vila de Chaves, outrora conhecida como Aquae Flaviae na época romana. Aqui a imponente ponte romana sobre o rio Tâmega lembra a influência do Império Romano. Cidades como Bragança, com o seu castelo medieval bem preservado e a Domus Municipalis, a mais antiga Câmara Municipal de Portugal, também oferecem um vislumbre da rica história da região. A região também desempenhou um papel importante durante a Idade Média, quando Trás-os-Montes era uma zona estratégica de fronteira entre Portugal e Espanha. Castelos e fortalezas, como os de Montalegre e Miranda do Douro, testemunham a luta pelo poder e pelo território neste período. Natureza deslumbrante e paisagens variadas Trás-os-Montes é caracterizada por uma paisagem variada de montanhas escarpadas, colinas onduladas e vales férteis. Situado no norte da região, o Parque Natural de Montesinho é um dos maiores parques naturais de Portugal. Este parque constitui um refúgio para espécies ameaçadas de extinção, como o lobo ibérico e a águia-real, e é um paraíso para caminhantes e amantes da natureza. No sul da região encontra-se o Parque Natural do Douro Internacional, onde o Rio Douro escavou profundos desfiladeiros na paisagem. Aqui os visitantes podem desfrutar de vistas espetaculares e fazer passeios de barco pelos estreitos desfiladeiros. A região é também rica em terrenos agrícolas, onde oliveiras centenárias, vinhas e castanheiros dominam a paisagem. No inverno, a neve cobre os picos das montanhas da Serra da Padrela e da Serra do Marão, enquanto a primavera traz uma explosão de flores silvestres e prados verdejantes. Esta beleza natural faz de Trás-os-Montes um destino para todas as estações. Uma cultura vibrante e autêntica A cultura transmontana está impregnada de tradições e folclores que se mantiveram praticamente inalteradas ao longo dos séculos. A utilização do mirandês, língua oficial minoritária em Portugal, é única nesta região e é falada principalmente em Miranda do Douro e aldeias vizinhas. As festas locais, como os Caretos de Podence durante o Carnaval, dão vida a tradições antigas. Durante este festival, os homens usam máscaras e trajes coloridos, que remontam aos rituais pagãos. A região é também famosa pelo seu artesanato, como a cerâmica de Bisalhães, conhecida pela sua cor preta única e reconhecida pela UNESCO como Património Cultural Imaterial. A gastronomia transmontana é farta e farta, inspirada nos invernos frios e na vida rural. Pratos como a posta mirandesa (carne grelhada), a alheira e os ensopados de feijão e couve são os favoritos dos locais e visitantes. A região também é famosa pelos seus fumeiros, castanhas e mel. Uma experiência de viagem atemporal O que torna Trás-os-Montes tão especial é a sua atmosfera intemporal. Aldeias como Rio de Onor, Cambedo-da-Raia e Montesinho parecem intocadas pelo mundo moderno, com as suas tradicionais casas de pedra e um ritmo de vida em harmonia com a natureza. Aqui os visitantes são recebidos não só de braços abertos, mas também com histórias e lendas profundamente enraizadas na identidade local. Trás-os-Montes: um mundo em si Trás-os-Montes é uma região que leva o visitante numa viagem no tempo e no espaço. É uma terra de contrastes, onde a paisagem acidentada se alterna com vales serenos, e onde as tradições antigas e a hospitalidade moderna andam de mãos dadas. Para quem procura uma experiência autêntica e inesquecível, Trás-os-Montes oferece um mundo longe dos circuitos habituais, mas com muito mais para oferecer a quem o queira descobrir. Chaves: Uma Cidade de História, Natureza e Cultura no Norte de Portugal Localizada na pitoresca região do Alto Tâmega, no norte de Portugal, Chaves é uma cidade que encanta os visitantes com a sua rica história, natureza exuberante e cultura vibrante. Conhecida pelas suas fontes termais e monumentos antigos, Chaves é um destino que desperta os sentidos e cativa o coração dos viajantes. Um portal histórico para o passado A história de Chaves remonta a milhares de anos, com raízes que remontam à época romana. A cidade, então conhecida como Aquae Flaviae, foi fundada pelo imperador Vespasiano devido à presença de fontes termais. Hoje, essas fontes termais ainda estão ativas e atraem visitantes em busca de relaxamento e cura. Um dos marcos mais emblemáticos de Chaves é a Ponte Romana, construída no século I d.C. Esta impressionante ponte atravessa o rio Tâmega e lembra a grandeza da engenharia romana. Ao longo da ponte existem pedras com inscrições que contam a história da cidade. O castelo medieval de Chaves, com a sua imponente torre (Torre de Menagem), oferece vistas panorâmicas sobre a vila e os vales circundantes. O castelo alberga um museu que destaca a rica história da região, desde a ocupação romana até à Idade Média. A Natureza Encantadora do Alto Tâmega Chaves está localizada numa região abençoada por belezas naturais. O rio Tâmega flui tranquilamente pela vila, proporcionando um cenário pitoresco para passeios nas suas margens. As colinas e montanhas circundantes, como a Serra do Brunheiro, convidam a caminhadas e outras atividades ao ar livre. Uma curta viagem de Chaves leva-o à impressionante natureza do Parque Natural do Alvão. Esta área protegida é conhecida pelas suas paisagens acidentadas, cascatas como as Fisgas de Ermelo e aldeias tradicionais onde o tempo parece ter parado. O parque é um paraíso para caminhantes, observadores de pássaros e amantes da natureza. Perto de Chaves fica também a Serra do Larouco, uma das montanhas mais altas de Portugal. Este lugar não só oferece vistas espetaculares, mas também é um destino popular para parapente e montanhismo. Uma cultura e gastronomia vibrantes A gente de Chaves orgulha-se do seu património, que se reflete nas suas tradições culturais e na gastronomia. A cidade é conhecida pelas suas especialidades locais, como o famoso presunto de Chaves e os pastéis de Chaves. Os restaurantes locais servem pratos tradicionais, muitas vezes preparados com ingredientes provenientes do solo fértil da região. Chaves fervilha de vida durante os festivais anuais, como as Festas das Romarias. Este festival combina procissões religiosas com música animada, dança e mercados locais. A gente de Chaves celebra estes acontecimentos com um carinho e uma hospitalidade que os visitantes recordarão por muito tempo. Uma mistura perfeita do antigo e do novo Embora Chaves esteja profundamente enraizada na tradição, é também uma cidade moderna com uma vida urbana vibrante. As ruas de paralelepípedos do centro histórico estão repletas de lojas, cafés e galerias que exibem produtos de arte e artesanato. A combinação do antigo e do novo faz de Chaves um destino versátil. Chaves e os seus arredores oferecem uma mistura única de história, natureza e cultura. Quer passeie pelas ruas estreitas do centro histórico, relaxe nas termas ou explore as montanhas circundantes, Chaves promete uma experiência inesquecível. Para os viajantes que procuram autenticidade e charme no coração do norte de Portugal, Chaves é um destino que dá vida ao passado e ao presente. Cambedo da Raia: Cultura, Natureza e História no Coração do Alto Tâmega Situada no pitoresco norte de Portugal, na região do Alto Tâmega, encontra-se a encantadora vila de Cambedo da Raia, integrada na freguesia de Vilarelho da Raia e no concelho de Chaves. Este local respira história, rodeado por uma paisagem natural deslumbrante e imerso numa cultura fronteiriça única. Cambedo da Raia não é uma aldeia qualquer; é uma joia escondida onde os visitantes sentem uma conexão mais profunda com o passado e o presente. Uma vila histórica na fronteira Cambedo da Raia tem uma história fascinante que remonta ao século XVIII. A quinta de Viva sua Vida, construída em 1788, é um dos monumentos icónicos da vila. Originalmente construído em terras espanholas, Cambedo da Raia tornou-se mais tarde parte de Portugal, uma mudança simbólica das fronteiras dinâmicas da região. Esta zona fronteiriça, conhecida como Raia, desenvolveu uma cultura única ao longo dos séculos, combinando influências portuguesas e espanholas. Um dos locais históricos mais notáveis nas proximidades é o Forte Wamba, que remonta ao século VII. Estrategicamente localizada numa colina, esta fortaleza conta a história do início da Idade Média, época em que a Península Ibérica era uma colcha de retalhos de reinos e culturas. Os visitantes podem deixar-se levar pelo silêncio da natureza e pelos ecos de tempos passados. A Natureza Inesquecível do Alto Tâmega A zona envolvente de Cambedo da Raia é caracterizada por uma paisagem exuberante de colinas verdejantes, rios cristalinos e florestas. A região do Alto Tâmega é um paraíso para os amantes da natureza. Trilhos pedestres serpenteiam pelo campo, onde os visitantes podem acompanhar o ritmo da natureza, rodeados de carvalhais e campos de flores silvestres. O Rio Tâmega não só oferece vistas panorâmicas, mas também oportunidades para atividades como canoagem e pesca. A vizinha Serra do Larouco, uma das montanhas mais altas de Portugal, é outra visita obrigatória. Esta reserva natural oferece vistas panorâmicas espetaculares, perfeitas para caminhantes e observadores de pássaros. No outono, as florestas ao redor de Cambedo adquirem tons de dourado e vermelho, um verdadeiro banquete para os olhos. Uma cultura fronteiriça única A sua localização na fronteira com Espanha teve grande influência na cultura de Cambedo da Raia. A aldeia é conhecida pelas suas tradições, como a festa anual em homenagem ao padroeiro. Estas festividades servem pratos locais, incluindo ensopados fartos e vinhos caseiros, reflectindo a rica tradição agrícola da região. O povo, conhecido pela sua hospitalidade, orgulha-se da sua identidade como raianos – povo da fronteira. Esta identidade reflecte-se no uso do português e do espanhol e nos contos populares transmitidos de geração em geração. Não é incomum descobrir aqui antigas rotas de contrabandistas, uma lembrança de uma época em que a fronteira era menos rigorosamente controlada. Uma experiência de viagem atemporal Cambedo da Raia e a sua envolvente oferecem aos visitantes uma rara oportunidade de escapar à agitação moderna e mergulhar num mundo de tranquilidade, beleza e autenticidade. Quer esteja interessado em explorar a história antiga, admirar paisagens deslumbrantes ou vivenciar a cultura local, Cambedo da Raia deixará uma impressão inesquecível. Para quem procura uma joia escondida em Portugal, Cambedo da Raia é um destino que reúne história, natureza e cultura numa experiência de viagem única.

26 locais nas proximidades
Experiência na natureza

Trilho de Vilarelho da Raia

Rua Central 22 Cambedo da Raia

  • 480 minutos
Excursão

Cambedo da Raia

Rua Central 14 Cambedo da Raia

Contexto histórico: A Batalha de Cambedo (1946) Em 20 de dezembro de 1946, na aldeia fronteiriça de Cambedo da Raia, na fronteira entre Portugal e Espanha, ocorreu um confronto violento entre a Guarda Civil espanhola, autoridades portuguesas e um grupo de guerrilheiros anti-Franco — membros do chamado maquis, combatentes republicanos que continuaram a resistir ao regime fascista de Francisco Franco após a Guerra Civil Espanhola (1936-1939). Após a derrota na guerra civil, milhares de republicanos fugiram para França e alguns para Portugal. No entanto, muitos continuaram ativos como combatentes da resistência. Cometeram sabotagens, recolheram armas e tentaram derrubar o regime de Franco com ações de guerrilha. Cambedo da Raia ficava num ponto estratégico: uma zona fronteiriça remota e montanhosa, onde o contrabando e as travessias secretas eram comuns há décadas. Em dezembro de 1946, três guerrilheiros entraram na aldeia, provavelmente em fuga após uma ação mal sucedida na Galiza. Quando a sua presença foi descoberta, a Guarda Civil espanhola foi informada. O que se seguiu foi uma incursão ilegal da Guarda Civil em território português, na qual a Guarda Nacional Republicana (GNR) portuguesa também colaborou com os espanhóis — uma ação que violava o direito internacional. Começou um tiroteio que durou várias horas. Dois guerrilheiros foram mortos e um sobreviveu e foi capturado. Também há indícios de que um cidadão português foi morto a tiros, provavelmente por ter ajudado os fugitivos. Embora Portugal fosse oficialmente neutro e tivesse de proteger as suas fronteiras, sob Salazar existia uma aliança tácita com o regime de Franco. Ambos os regimes eram autoritários e anticomunistas e viam a erradicação dos elementos de esquerda como um interesse comum. O governo português não fez qualquer protesto diplomático contra a invasão espanhola. Em vez disso, o incidente foi silenciado, ocultado pela imprensa, e a aldeia foi colocada sob vigilância. Só anos mais tarde — após a Revolução dos Cravos de 1974 — é que alguns aldeões se atreveram a contar a sua história. Até hoje, Cambedo da Raia permanece na memória local como um símbolo da história da resistência oprimida e das tensões entre poder, medo e solidariedade.

  • 60 minutos
Restaurante

Pizzería Napoli

Rúa Espido, 69, 32600 Verín, Ourense, Spanje

Na localidade espanhola de Verín, encontrará em breve vários restaurantes acolhedores e, sobretudo, deliciosos. Um deles é a Pizzería Napoli, se nos perguntarem, a pizzaria mais saborosa da zona. Este sítio tornou-se rapidamente o nosso local habitual e, com uma visita mensal (ou mais frequente), depressa nos tornámos clientes habituais. O menu é simples, mas pode escolher entre massa fresca e pizza. Pode compor a sua massa você mesmo e encomendar as suas pizzas em tamanho médio ou grande. Ingredientes extra não são problema, e o serviço é super simpático. Se estiver na zona, este é um local muito bom para visitar. Dica nossa: experimente a Pizza Vendetta com anchovas, ou a massa Tres.

  • 120 minutos
Excursão

Feira do Vinho de Monterrei | Wijnfeesten van Monterrei

Plaza de la Alameda, Verin

A cidade de Verín prepara-se para acolher a XVIII Feira do Vinho de Monterrei, um evento que decorrerá de 8 a 10 de agosto e que reunirá 19 das 29 adegas da Denominação de Origem Monterrei. Durante três dias, a Plaza de la Alameda se tornará o epicentro do mundo do vinho da região de Monterrei, oferecendo aos residentes e visitantes não só a oportunidade de degustar os vinhos mais destacados da denominação de origem, mas também de desfrutar de um completo programa cultural e gastronómico. Isto foi confirmado na apresentação oficial do evento pelo presidente da Câmara Municipal de Verín, Gerardo Seoane; pelo presidente do Conselho Regulador da D.O Monterrei, Manuel Vázquez; e pela vereadora de Turismo, Cultura e Festas, Samanta Barreira. Nesta ocasião, estarão presentes um total de 19 das 29 adegas que compõem a Denominação, «teremos o mesmo número de adegas que na edição anterior, o que reflete o grande apoio do setor a este evento vinícola tão importante para a nossa região», reconhece o presidente do Conselho Regulador da D.O. Monterrei, Manuel Vázquez. Este evento terá lugar, como habitualmente nas edições anteriores, na praça da Alameda. Além dos stands das adegas, haverá barracas de comida adequadas para todos os públicos. O centro de exposições estará aberto na sexta-feira, dia 8, das 20h00 às 24h00. (venda antecipada a partir das 19h); no sábado, dia 9, das 12h30 às 14h30 e das 19h30 à 1h; e no domingo, dia 10, das 12h30 às 14h30 e das 19h30 às 24h. Nesta edição, os preços serão 1 degustação por dois euros e um copo personalizado da D.O. por dois euros. Como novidade este ano, está incluído o sistema de pagamento sem dinheiro, que permitirá ao público efetuar o pagamento das degustações e bebidas através de uma pulseira que será fornecida nos stands da C.R.D.O. Monterrei e que pode ser recarregada nos próprios stands. A cerimónia de abertura da XVIII Feira do Vinho de Monterrei será realizada na sexta-feira, dia 8, a partir das 20h, na Plaza García Barbón. Antes dessa inauguração, na Igreja Paroquial de Verín, às 18h30, será realizada a cerimónia de entrega das medalhas da Irmandade dos Vinhos de Monterrei, que é realizada em conjunto com a celebração da feira. O presidente da Câmara Municipal de Verín, Gerardo Seoane Fidalgo, destacou no seu discurso o impacto positivo que a feira tem para a comunidade local. «A Feira do Vinho de Monterrei é uma vitrine excecional do que podemos oferecer: qualidade, tradição e modernidade. Ao longo destes dias, Verín torna-se uma referência do turismo enogastronómico, favorecendo o comércio local, o setor da hotelaria e a imagem do nosso território como destino de referência na Galiza». Agenda de eventos Cultura, gastronomia, música e vinho reunir-se-ão mais um ano no âmbito da Feira do Vinho de Monterrei, que incluirá várias atividades paralelas destinadas a adultos e crianças. A mesma terá lugar na Plaza Mayor e no interior do parque da Alameda, durante os dias 8, 9 e 10 de agosto. Enquanto para as crianças estão programados para sábado, 9, e domingo, 10 de agosto, jogos infantis populares (das 20h às 22h); para os adultos, serão realizadas degustações e showcookings interessantes na praça da Alameda. No sábado, 9 de agosto, às 13h, Juanjo Figueroa, presidente da Associação Galega de Sumilleres (AGASU) e imagem da campanha de promoção da Denominação de Origem Monterrei «Non lle deas mais voltas», realizará uma degustação especial sob o título «Monterrei, goles de história e tendência». Mais tarde, às 20h, haverá a harmonização de vinhos «Come, bebe e aprende do mellor xeito», com a participação de Begoña Vázquez (melhor chef galega de 2024), Miguel López (diretor técnico da C.R.D.O. Monterrei) e José Manuel Salgado (professor da CMUS Verín). No domingo, 10 de agosto de 2025, às 13h, na praça da Alameda, Juliana Picarelli (sumiller do Restaurante Maruja Limón, 1 estrela Michelin e 2 sóis Repsol), oferecerá uma degustação acompanhada de produtos da «Calidade de Galicia Experiences», apresentada como «Monterrei: frescura atlântica, caráter continental». Todos estes eventos têm um preço de 10 € e vagas limitadas com inscrição prévia. Segundo confirmou a vereadora da Cultura e Festas, Samanta Barreira, haverá também um programa musical completo especialmente preparado para o entretenimento de todos os públicos. Na sexta-feira, dia 8, a partir das 24h, será a vez de Guadi Galego, uma das vozes mais reconhecidas da música galega contemporânea. Ele apresentará o seu novo espetáculo, Síntesis Horizonte, uma proposta cuidadosa e íntima com a qual reivindica o poder transformador da música ao vivo. Após um período de ausência dos palcos do país, Guadi regressa com uma nova encenação acompanhada por uma banda prodigiosa e uma iluminação cuidadosa, aprofundando a constante evolução da sua linguagem sonora. No sábado, dia 9, às 24:00 horas, Xabier Díaz e as Adufeiras de Salitre tomarão conta da Plaza Mayor. O artista de La Coruña, referência da música galega, apresentará um repertório baseado no seu último álbum, Axúdame a sentir (2024). Díaz, reconhecido internacionalmente, tem cerca de 400 concertos em todo o mundo. O seu estilo, baseado na percussão tradicional e no pandeiro, transformou o panorama da música tradicional galega, mantendo-se fiel às suas origens e inovando na sua sonoridade. No domingo, dia 10, será Mondra, às 23h, quem encerrará a programação musical da feira. Cantareiro, dançarino e um dos nomes mais aclamados da nova cena musical galega, chega a Verín com o seu novo espetáculo De Ronda, um álbum irreverente e sedutor que mergulha nas suas raízes e mistura sons frescos e orgânicos. Depois de receber o Prémio Martín Códax de Melhor Álbum Eletrónico (2024) e o Prémio Mestre Mateo de Melhor Videoclipe (2025) por MARIMONDRA, Mondra acumula mais de 80 concertos e um público fiel com a sua proposta de palco FOLĪA das ARDENTES. Adegas participantes, stands gastronómicos e colaboradores O presidente do Conselho Regulador indicou os nomes das 19 adegas participantes na próxima edição da Feira do Vinho de Monterrei, que são as seguintes: Ladairo Gargalo Adega Valderello Crego e Monaguillo Quinta do Buble Terras do Cigarrón Triay Adega Tapias Mariñán 3 Mentiras Vía Arxéntea Abeledos Setembro Bodega Franco Basalo Adegas Daniel Fernández Adega Trasdovento Quinta Soutullo Manuel Vázquez Losada Serra de Alén Ramón Bigotes No que diz respeito aos stands de comida, mais um do que na última edição, estarão presentes a Panadería Roscas, Cárnicas de Feces, Jamones Don Francisco, Queixeria Gaia, Matilde Waffles e Gelados, Alacena-Puebla de Sanabria, Cien por Cel, Conservas Regiomare, Xavier dos Leitões e Casa do Pulpo. Por fim, gostariam de agradecer o envolvimento das instituições e entidades colaboradoras: Xunta de Galicia, Deputación de Ourense, Inorde, Ministério da Agricultura, Pesca e Alimentação e Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER). Sobre a D.O Monterrei Monterrei é uma das cinco denominações de origem vinícola da Galiza. Abrange os municípios de Verín, Monterrei, Vilardevós, Riós, Oímbra e Castrelo do Val. É composta por 29 adegas. As vinhas desta D.O. ocupam um total de 798 hectares de território, nos quais trabalham 381 viticultores.

  • 180 minutos
Excursão

Castelo de Monte Rei

Castelo de Monterrei 32618 Monterrei

De Verín na N-525 em direção a Ourense, uma vez passada a ponte sobre o rio Tâmega e a Casa del Escudo, podemos continuar o nosso percurso caminhando ao longo da estrada real, o caminho de Santiago, através do qual chegaremos a uma das fortalezas mais impressionantes da Galiza. Outra opção é continuar de carro ao longo da N-525 até que um desvio à direita nos leve ao castelo e ao Parador de Turismo. O castelo tem um triplo recinto muralhado, formando todo um complexo de interesse óbvio. Este palácio foi construído no século XVI e inícios do século XVII. Do outro lado da praça, os primeiros Condes de Monterrei construíram a torre de menagem, cuja base é quadrada e rematada por uma cornija suportada por mísulas. Todas as pedras do recinto do castelo estão gravadas com marcas de pedreiro. A torre de menagem, de proporções consideráveis, possui uma altura de 22,50 metros. A chamada Torre das Damas (século XIV) é de proporções mais reduzidas e contígua ao palácio. Nesta, está alicerçada a galeria de colunas com pedras de armas nos tímpanos. O palácio dos Condes, de estilo renascentista, com grandes galerias de arcos rebaixados; as colunas desta galeria têm, cada uma, um brasão diferente.

  • 120 minutos
Museu

Museu Termas Romanas de Chaves

Largo do Arrabalde 5400-093 Chaves

As termas romanas de Chaves abriram como museu na terça-feira, 21 de dezembro de 2021, e contam uma história de 2000 anos que ficou “congelada” no tempo após um terramoto, sendo apenas redescoberta nas escavações para a construção de um parque de estacionamento. “Temos aqui as maiores termas da Península Ibérica e uma das maiores da Europa e do Império Romano”, disse à agência Lusa Rui Lopes, arqueólogo corresponsável pela escavação e que acompanhou o projeto. O presidente da Câmara de Chaves, Nuno Vaz, acredita que as termas medicinais romanas serão a “joia da coroa” de Chaves e um dos principais pontos de atração turística desta zona. Rui Lopes explicou que se trata de um banho terapêutico, o que o diferencia de outros banhos que existem em praticamente todos os sítios romanizados, nomeadamente os banhos higiénicos, onde se ia tomar banho. “Estes são terapêuticos, quase uma equivalência a um hospital. Estes banhos teriam tido uma grande importância dentro do império, porque era um espaço onde as pessoas vinham tratar os males da guerra, as doenças de pele ou do estômago”, explicou o arqueólogo. Um projeto de parque de estacionamento abandonado Foi durante as sondagens arqueológicas realizadas em 2005, no largo do Arrabalde, no centro da cidade, para a construção de um parque de estacionamento, que foi identificado este “magnífico património preservado no tempo”. Rui Lopes disse que o projeto do parque de estacionamento foi abandonado e que foram feitas escavações arqueológicas que revelaram duas grandes piscinas, outras sete pequenas piscinas e um complexo sistema hidráulico para abastecer as estruturas, que ainda hoje funciona. O local representa um património que ficou como que “congelado” no tempo, devido a um terramoto que provocou o desmoronamento do edifício no século IV d.C. “O terramoto selou um período cronológico”, observou o arqueólogo, que acrescentou que, durante as escavações, foram encontrados os restos mortais de uma família que estava a tomar banho quando ocorreu a derrocada. Uma cidade balnear na época romana e uma cidade balnear na atualidade As termas medicinais romanas foram classificadas como monumento nacional em 2012 por serem o “mais importante complexo termal português”, de dimensões só comparáveis, em termos provinciais, ao sítio de Bath (Inglaterra). Após um processo administrativo “complexo”, o museu abriu na terça-feira, 21 de dezembro. A entrada é gratuita e, no seu interior, é possível viajar por 2000 anos de história deste local, tanto através das ruínas, uma exposição de artefactos, como dos painéis explicativos, ecrãs e mesas tácteis interactivas que revelam também os vestígios da muralha do século XVII e imagens da prospeção e depois da escavação que pôs a descoberto o achado arqueológico. A cidade de Bath no período romano e a cidade de Bath atualmente. Com a abertura do museu, Chaves passa a ter uma complementaridade entre o passado e o presente, entre a sua história antiga e as termas actuais. As legiões romanas chegaram ao território há cerca de dois milénios, instalaram-se e deixaram a ponte de Trajano, a ponte romana que ainda hoje serve para atravessar o rio Tâmega no centro da cidade, aproveitaram as águas minerais, estabeleceram termas, exploraram veios auríferos e outros recursos. Este núcleo urbano adquiriu tal importância na época que foi elevado à categoria de município no ano 79 d.C., aquando do governo de Vespasiano, o primeiro César da dinastia flaviana. Esta é a origem de Aquae Flaviae, antiga designação da atual cidade de Chaves.

  • 60 minutos
Restaurante

Café Tanque 'Casa do Presunto'

Estr. Nacional 213, 5400-623 Faiões

“Depois de alguns minutos, finalmente recebemos o que queríamos, uma bela tigela de presunto servida em espiral. Bem, claro que viemos à espera do melhor Presunto das redondezas. Momento da verdade: ...... fantástico. Os primeiros bocados que comemos foram imediatamente uma experiência fantástica. O presunto estava muito macio e tenro. E não era pegajoso, como diria o meu irmão mais novo. Quero com isto dizer que não fica preso na garganta e difícil de engolir como alguns outros Presuntos.” - https://bit.ly/cafetanque

  • 120 minutos
Experiência na natureza

Praia Fluvial de Segirei

CM1053 5400 SÃO VICENTE CHAVES

Uma praia fluvial em Trás os Montes que é um orgulho regional. No verão, oferece vestiários, casas de banho, um café e locais para churrascos ou piqueniques.

  • 480 minutos
Esportes

Beach of Fraga da Pegada (Praia do Azibo)

Praia Fluvial da Albufeira do Azibo, Macedo de Cavaleiros

A Praia da Fraga da Pegada tem, desde 2004, sido, consecutivamente, galardoada com a Bandeira Azul, o que constitui caso único entre as praias fluviais europeias. Para além disso, é a praia fluvial portuguesa que há mais tempo ergue a Bandeira Azul. Em 2019 foi a mais votada no "guia das praias fluviais" tornando-se a praia do ano na categoria de praias fluviais. Com uma extensão de praia de 480 metros e reconhecida como Praia Acessível para pessoas com mobilidade reduzida, a Praia da Fraga da Pegada conta também com um parque infantil, para deleite dos mais pequenos, e estruturas e equipamentos que possibilitam diferentes tipos de entretenimento para todas as faixas etárias, tais como gaivotas, canoagem, futebol de praia, voleibol de praia, basquetebol, ténis, paddle, e um circuito de fitness. Esta praia dispõe de areal e de uma grande área relvada onde pode estender a sua toalha e repor os níveis de vitamina D, alternando com banhos numa água límpida, cuja temperatura ronda os 24ºC. Aqui encontra igualmente parques de estacionamento numa área próxima da praia. É um local que tem muita procura nos meses de verão, em especial nos fins de semana de julho e agosto, sendo uma boa opção durante o resto do ano para passear e conhecer as diferentes espécies animais e vegetais.

  • 480 minutos
Museu

Castello de Braganca

Rua da Cidadela 5301-901 Bragança

  • 60 minutos
Aventura e lazer

Terras de Bouro - de kerk met open deuren

Avenida de São Bento da Porta Aberta, 4845-028 Rio Caldo, Portugal.

  • 120 minutos
Excursão

Castello de Lanhoso

Rua de Pilar, 4830-597 Pávoa

  • 120 minutos
Experiência na natureza

Solar das Bouças wijngaard en proeverij

Rua do Crasto 1415, 4720-614 Prozelo, Amares

  • 60 minutos
Restaurante

Solar das Bouças

Rua do Crasto 1415, 4720-614 Prozelo, Amares

  • 180 minutos
Museu

Solar das Bouças kunstgalerie

Rua do Crasto 1415, 4720-614 Prozelo, Amares

Uma bela propriedade, localizada a 1 km da nossa Villa. O Solar de Boucas terá todo o gosto em recebê-lo para um passeio pela vinha e uma prova de vinhos.

  • 120 minutos
Excursão

Guimerães, waar Portugal geboren werd.

Largo Canon José Maria Gomes, 4804-534 Guimarães

O primeiro rei veio de Guimerães. O seu castelo está entre os dez castelos mais bonitos do país. Vale a pena uma visita. A cidade histórica tem uma atmosfera medieval e está entre as principais atracções do Minho. Comece a sua visita a Portugal em Guimerães.

  • 300 minutos
Experiência na natureza

Monte do Picoto

Rua do Miradouro Monte do Picoto, Braga.

  • 180 minutos
Excursão

Braga, de barokstad van Portugal. Braga, a cidade barroca de Portugal.

Avenida da Liberdade, nº1, 4710 - 305 Braga

Braga é conhecida como a Roma de Portugal. De facto, há muitas igrejas. A cidade tem uma história rica e vários locais classificados como património mundial para visitar. O nome «cidade barroca» deriva dos muitos edifícios barrocos. No posto de turismo, pode obter um roteiro para os visitar.

  • 120 minutos
Excursão

Ponte de Lima

41.769038, -8.585126